sexta-feira, 23 de março de 2012

Conselho

Postado por Cláudia Figueiredo às 11:17 0 comentários
"Cair e levantar, basta tentar..."
Cláudia Figueiredo 


domingo, 27 de novembro de 2011

Grupo PeRiGo-10 anos

Postado por Cláudia Figueiredo às 17:10 1 comentários

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA, no CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL
 
O nome do Grupo PeRiGo, composto pelos artistas plásticos Edineusa Bezerril, Denize Torbes e Fábio Borges, nasceu da junção das primeiras sílabas dos estados onde cada um nasceu: Edineusa é de Pernambuco, Denize, do Rio de Janeiro e Fábio, de Goiás. Cada um desenvolve separadamente seus trabalhos de pintura e há 10 anos se reúnem para produzir também, peças em cerâmica que têm em comum a estreita ligação com manifestações culturais de identidade brasileira. "Transportamos para a cerâmica o que fazemos nas telas", concluem quase em coro.

Contudo, o trabalho de cada um foge a regionalismos e exibe estética absolutamente individual e original com linguagem criada a partir do imaginário brasileiro. Exibe urbanidades, o cotidiano, o ponto de vista do homem que vive e analisa a cidade e o mundo em que vive e, também como o contesta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Regresso

Postado por Cláudia Figueiredo às 05:01 0 comentários

Em breve, muito em breve regresso
Às minhas páginas ingresso com  novas paisagem
Novos ares, histórias, amores...
Peço perdão pela ausência
Que senti de mim mesma
Fuga
Muda
Mas necessária à cura.
Estou de volta
Sem demora
É passada a hora...
Agora deixo um beijo...
Volto já, de algum lugar...

Cacau

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Gary Moore - Still Got the Blues - Tradução (Legendado)

Postado por Cláudia Figueiredo às 20:12 1 comentários

terça-feira, 5 de julho de 2011

Postado por Cláudia Figueiredo às 19:47 0 comentários
Soneto

"De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou." 


William Shakespeare
 

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